Quem sabe?

Pincelo sobre páginas branquinhas
Novos contos mentirosos
De alegria e de paixão
Escorrem entre os meus dedos
Todas as emoções
Um dia calada
No outro irada
O cair eterno do orvalho
Reluzente momento de pureza
Na leveza de qualquer ação
Sensata é a flor que abre
A revelia das guerras
Ignorando toda dor
Cumpre assim a sua missão
Não precisa questionar
Refletir? Para que pensar?
Compete a si apenas perfurmar
Sensata flor...
Cheia quem sabe, do mais puro amor...

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